Nossa História
Cachaça Artesanal Mineira
Nossa História
Mais de quatro décadas destilando tradição, caráter e o verdadeiro sabor de Minas Gerais.
Desde 1984 · Mais de 40 anosOnde tudo começou
No coração de Minas Gerais, em meio a montanhas, rios cristalinos e terras férteis, nasceu a 100 Limite. Era meados da década de 1980 quando o primeiro alambique de cobre foi aceso com a chama de um sonho simples e grandioso: fazer a melhor cachaça artesanal que a terra mineira pudesse oferecer.
Não havia fórmulas industriais nem atalhos. Havia a cana-de-açúcar colhida no ponto certo, a paciência do cobre aquecido, e o silêncio respeitoso de quem sabe que as coisas boas levam tempo. O primeiro destilado já carregava o que se tornaria a marca registrada da 100 Limite: a recusa absoluta de aceitar qualquer limite para a qualidade.
"Cachaça boa não se faz com pressa. Se faz com respeito — pela cana, pelo cobre, pelo tempo e por quem vai beber."
Tradição familiar 100 LimiteO nome nasceu dessa filosofia. 100 Limite — sem limites para o paladar, sem limites para a dedicação, sem limites para a busca pela perfeição. Um nome que é promessa e compromisso, gravado em cada rótulo e em cada gole.
40+
Anos de Tradição4
Expressões Únicas20
Anos de Envelhecimento Máximo1
Medalha de Ouro em BruxelasO saber que atravessa gerações
A verdadeira riqueza da 100 Limite não está nos tonéis — está nas mãos, nos olhos e na intuição de quem domina a arte da destilação. Um conhecimento que não se aprende em livro: se aprende ao lado do alambique, na madrugada fria, sentindo o aroma do destilado e sabendo, por instinto, o momento exato de separar o coração da cachaça.
Esse saber foi passado de geração em geração. Os mais velhos ensinaram aos mais novos a leitura da cana, o segredo do fogo sob o alambique, o respeito pelas madeiras e a paciência sagrada do envelhecimento. Cada mestre alambiqueiro que tocou o cobre da 100 Limite deixou nele um pouco de si — e levou consigo o orgulho de fazer parte de algo maior que uma garrafa.
Hoje, a 100 Limite honra essa linhagem. Os métodos são os mesmos de mais de quatro décadas atrás. O alambique de cobre ainda é aquecido com a mesma reverência. A cana ainda é selecionada com o mesmo rigor. Porque entendemos que tradição não é repetir o passado — é manter vivo aquilo que sempre deu certo.
A arte da destilação artesanal
Cada garrafa de 100 Limite é o resultado de um processo inteiramente artesanal, onde cada etapa é conduzida com o cuidado e a atenção que só o trabalho manual permite. Do canavial ao barril, nada é automatizado — tudo é sentido, medido e decidido pela experiência de quem conhece o ofício.
A Cana
Seleção rigorosa da cana-de-açúcar no ponto ideal de maturação. Colhida sem queimada, preservando a pureza do caldo e o perfil aromático que definirá o caráter da cachaça.
A Moagem
O caldo é extraído no mesmo dia da colheita, garantindo frescor máximo. A moagem cuidadosa preserva os açúcares naturais que alimentarão a fermentação.
A Fermentação
Fermentação natural com leveduras selvagens da própria região, em dornas de aço inox. Um processo lento que pode levar até 36 horas, desenvolvendo a complexidade aromática.
A Destilação
Destilada em alambique de cobre — o coração do processo. O cobre purifica o destilado e o mestre separa cabeça, coração e cauda com a precisão que só décadas de experiência permitem.
O Envelhecimento
O coração repousa em tonéis de madeiras nobres brasileiras — amendoim, grápia e carvalho. De 12 meses a 20 anos, o tempo transforma aguardente em obra-prima.
"O alambique de cobre é honesto. Ele não esconde defeito nem inventa qualidade. O que sai dele é a verdade do que você colocou dentro."
Sabedoria dos mestres alambiqueirosAs madeiras que guardam o tempo
Envelhecer uma cachaça não é simplesmente armazená-la. É confiá-la a uma madeira que vai dialogar com o destilado durante meses ou anos, trocando substâncias, aromas e cores. Na 100 Limite, cada madeira foi escolhida por uma razão — e cada uma conta uma história diferente no paladar.
Amendoim
Madeira brasileira de tom claro e aroma suave. Confere à cachaça notas delicadas de baunilha e caramelo, com toque floral. Presente nas linhas Prata e Ouro, é a madeira da elegância discreta.
Grápia
Nobre e aromática, a grápia imprime à cachaça notas de especiarias, tostado e uma complexidade profunda. Uma madeira rara que poucos alambiques ousam usar — e que define o caráter inconfundível da Preta.
Carvalho
Clássica e universal, a madeira dos grandes destilados do mundo. Na Preta, o carvalho se une à grápia para criar uma sinfonia de sabores que conquistou a medalha de ouro em Bruxelas.
Uma jornada de mais de 40 anos
O alambique de cobre é aceso pela primeira vez. Nasce a 100 Limite nas terras de Minas Gerais, com a missão de fazer cachaça artesanal sem concessões.
O conhecimento se consolida. Os primeiros tonéis de madeira nobre começam a guardar o que se tornaria lenda. A tradição é passada para a nova geração de mestres.
Surgem as expressões Prata, Ouro e Preta — cada uma com identidade própria, mas todas filhas do mesmo alambique e da mesma filosofia de qualidade.
A Cachaça Preta conquista a Medalha de Ouro no Concurso Internacional de Bruxelas, colocando a 100 Limite no mapa mundial dos grandes destilados artesanais.
Nasce a expressão Diamante — 20 anos de envelhecimento em blend de madeiras nobres. A jóia da coroa, prova máxima do que a paciência e a tradição podem criar.
No que acreditamos
Cada decisão na 100 Limite é guiada por princípios que não mudam com o tempo — porque são os mesmos que nos trouxeram até aqui.
Tradição
Mais de 40 anos fazendo do mesmo jeito — porque o jeito certo não precisa de atualização. O alambique de cobre, a destilação lenta, o respeito pelo processo.
Qualidade
Cada lote é tratado como se fosse o primeiro. Da seleção da cana ao lacre da garrafa, não existe "bom o suficiente" — existe "do jeito que tem que ser".
Autenticidade
Sem corantes, sem aromatizantes, sem atalhos. O que está na garrafa é puro resultado da cana, do cobre, da madeira e do tempo. Nada mais. Nada menos.
Respeito
Pela terra que dá a cana. Pelo mestre que cuida do alambique. Pela cultura sertaneja que nos formou. E por quem abre a garrafa esperando o melhor.
O melhor ainda está
no próximo gole
A história da 100 Limite continua sendo escrita — no silêncio dos tonéis, na chama do alambique e no paladar de quem reconhece que tradição é a forma mais nobre de inovação.
"100 Limite para o seu paladar"